02 outubro 2011

podia fazer terapia mas prefiro me constranger aqui

me dei o final de semana para fazer nada. era pra ser um presente e está sendo algum tipo bizarro de martírio. a idéia era ler, baixar filmes e fazer mulherzices. nada obrigatório. sem slides, sem relatórios. sem checar emails - mas com o thunderbird aberto, para ter uma vaga noção do que me espera amanhã, haha.

na prática só fiquei aqui dois dias pulando de distração em distração e sentindo como se estivesse esquecendo algo. not so funny. nem dá pra me distrair com o relatório da feira, porque meio que botei um ponto final nele. aliás, super agradeço a quem ofereceu ajuda na empreitada mas gente, se tem uma coisa que eu sempre soube fazer era amigo imaginário. tive inclusive um amor platônico imaginário. por anos. nem perguntem. só posso dizer que inventar o feirante era a parte menos complexa do processo. pior seria se eu me apegasse a ele e criasse todo um futuro em comum. uma casinha no interior, plantando hortaliças. mas não seria muito promissor porque em todas as vezes que visitei a feira inexistente ele não tinha vendido absolutamente nada.

são tempos difíceis para quem atua no comércio informal imaginário, eu diria.

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