18 setembro 2011

despedida etílica o/

finalmente. tudo muito light e tranquilo, mesmo porque depois da quarta garrafa começo a sentir o sono súbito e pensar na minha cama como um lugar muito feliz. tipo às 10 da noite. idosa, sabe? fecha essa bodega que eu quero ir pra casa assistir the borgias (nem assisti, dormi antes). 
o que não nos impediu de simular tourette no bar. oh, não. simular tourette é a terapia gratuita mais eficiente já inventada. no meio de um jogo do vasco, então, é praticamente uma responsabilidade social. com direito a comprar estalinhos para melhor implicar com os torcedores.

dia seguinte você acorda e não acha a coisa assim tão light. a voz não sai, tem uns hematomas estranhos brotando dos seus braços e pernas. o conteúdo da seu bolsa está com um cheiro estranho e textura idem. examinando melhor, você descobre que é porque há uma garrafa de cerveja solta lá dentro. nenhuma lembrança disso. nenhuma lembrança de limpá-la antes de guardar, também.

enfim.
bons drink, agora, só lá pelo meio de outubro.
engole o choro.

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