01 abril 2010

o grande objetivo da minha orientadora é me dar uma bolsa. não que eu ache um objetivo *ruim*, mas oi, não tenho média. meu cr mal e mal gravita em torno do 5. isso graças a 3 motivos básicos:

1. as matérias que dão zica porque o sistema não lança minhas notas
2. as matérias que me fazem surtar e eu abandono fora do prazo de trancamento, decorando meu histórico com um elegante zero
3. as matérias que eu faço até o fim e mesmo assim reprovo porque sou jênia

obviamente que para manter o que resta da minha dignidade atribuí minha impossibilidade de receber bolsa apenas ao motivo 1, porque o sistema realmente DÁ ZICA com as minhas notas todo. maldito. semestre. até que chegou ao ponto em que eu simplesmente desencanei de me inscrever nas matérias e saí fazendo tudo como ouvinte. o que obviamente aumenta a probabilidade de zica, mas o que é um peido pra quem já está cagado, não é mesmo, minha gente? se eu passar, peço inclusão da nota. se me der mal, faço a egípcia e nego até a morte que já tenha cursado aquilo alguma vez na vida.

- que coisa feia, raquel.
- feio é o meu histórico, colega.

pois bem. eu era feliz vivendo assim à margem da sociedade. mas minha orientadora achou uma injustiça eu ter tantos problemas com notas e fez o quê? fez o quêêêêê?

saiu intimando deus e o mundo pra regularizar minha situação de uma vez por todas. sério. ela aborda pessoas no meio do corredor. e isso é bonito e comovente mas vai fazer meu cr no máximo passar de 5 pra... sei lá, 5,2? porque notas perdidas não fazem grande diferença quando as notas achadas são todas uma desgraça. e a pobre mulher finalmente descobrirá que eu sou um ENGODO.

 *faz a dancinha da alegria*

moral da história: eu sou aquela que toma no cu quando resolve as coisas sozinha, e toma no cu EM DOBRO quando tem ajuda.
que vida.

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